
Uma instituição como o Benfica tem um passado de que se orgulha, um presente construído em bases sólidas, e um futuro risonho e determinado em regressar aos êxitos da década de 60. Falar do passado não é saudosismo. É ali, sempre ali, que vamos buscar energias para "esquecer" os "apitos dourados" e todo um estendal de escândalos que percorreram (e que, apesar de mais dissimulados, ainda percorrem) o futebol português nas últimas décadas. Nós não nos esquecemos do passado. Não nos esquecemos de José Águas, de Eusébio, de Simões, de Torres, de José Augusto, de Coluna, de Cavém, de Jaime Graça, de Humberto Coelho e Vítor Martins, de Chalana e Shéu, de Toni e Néné. Oh, meu Deus, de tantos e tão fenomenais jogadores. Nós também não nos esquecemos das malfeitorais que nos fizeram nos últimos anos. Mas nós somos o Benfica. E, por isso, peço à Direcção do Sport Lisboa e Benfica que não se esqueça de José Torres, o Bom Gigante. Nós não nos esquecemos.
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